Something about nothing with a little of anything…

09/04/2009

Filed under: Something... — Ana Cláudia @ 16:26

Eu sei, eu sei, esse texto deveria ser o segundo do grupo de três conforme eu disse no post anterior, mas confesso que aquele ainda está sendo gerado no meu íntimo, ainda está crú (não sei se essa palavra tem acento mas arrisco que sim e devo estar certa…) e sinto eu uma imensa vontade de compartilhar outra coisa com vocês.

Nem me apresentei direito, conforme eu ainda acho que deveria ter sido feito no primeiro texto mas mudando de idéia, isso é algo que eu farei ao longo de toda a existência desse blog, pois sinto que não posso quebrar a ordem cronológica do meu ser, o que me leva a quebrar uma sequência que eu julgo lógica para as postagens.

O que sinto necessidade de compartilhar então é uma questão que me intriga desde uns poucos anos que eu não sei exatamente quantos. A questão é: Quantos de vocês sentem ou já sentiram que o corpo limita a alma? Que o corpo impede a alma de voarimages? Eu sinto isso! Conversei com algumas pessoas sobre essa sensação mas sinto que não fui compreendida.  O que me leva a crer que reparei numa coisa que passa despercebida para a maioria das pessoas.

Isso é sério, não estou inventando, vivo com essa sensação de tempos em tempos, porque como não consigo uma solução, assim, me vejo obrigada a deixar a questão para lá para não sofrer. Oo

Por favor me respondam, vocês me entendem? Oo

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3 Comentários »

  1. É preciso voar, voar, voar, voar. ¬¬

    Comentário por Caio — 10/04/2009 @ 20:39 | Responder

  2. u.u sim o corpo limita a alma… e muito……

    Comentário por anacaroco — 11/04/2009 @ 11:22 | Responder

  3. Boa percepção, acredito… Os limites são úteis qdo nos protegem, não qdo nos paralisam. Gosto deles por sua utilidade primeira de cuidar. Porém, como em tudo, há o outro lado. Se nosso corpo nos impede de uma queda mortal das alturas, tb nos impede de planar sem rumo até cansar. Meu grande sonho desde os 5 anos é voar (literalmente). Achei q o realizaria qdo adulta, ao menos com asa-delta. Foi então q percebi q a altura me apavorava. Fim de sonho, pelo menos agora. Minha certeza é que esse corpo aprisionador ficará p/ trás, ao chegar o momento de “voar” p/ a eternidade, sem dor, cansaço ou medo. Adeus prisões. Ninguém será mais uma ameaça p/ mim… Nem eu mesma.
    obs.: cru=sem acento (na boa, tá?! tive q olhar o dicionário p/ escrever paralisam! rsrs)

    Comentário por Kely Medeiros — 11/04/2009 @ 20:59 | Responder


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