Something about nothing with a little of anything…

09/07/2009

A menina que roubava livros

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 19:26

É a primeira vez que falo nesse blog, de algo mais consistente. Já que até agora tudo o que escrevi foram coisas vindas de meu fantástico interior XD rs.

Esse é um livro que faz parte dos best sellers da nossa atualidade (isso segundo um médico que me viu lendo, porque eu, por mim mesma não sabia disso).Pois então, acabo de terminar de lê-lo hoje. E como chorei nas últimas páginas! Chorei como se os personagens fossem conhecidos, parentes meus. E de certa forma não há como dizer que eles não o são, pois essa história fez parte de mim por alguns dias enquanto eu lia o livro, que li devagar, como quem saboreia um prato que quer que dure por mais tempo. Mas em fim agora acabou-se, me separei de Leisel, de Hans, de Rosa, de Max e de Rudy. Foi uma dura despedida. E também me despedi da morte (narradora da história).

Aliás esse é um ótimo livro pra quem tem medo da morte, e pra quem não tem também! Não haveria como explicar, sinto muito. Você deveria ler o livro meu amigo(a).

Nunca vi uma morte tão envolvente.

E nunca chorei tanto por causa de uma história que não era a minha.images

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Num dia frio sentei na ponte

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 19:14

Na ponte, numa manhã, eu sentei e pensei.

Já estou cansada de descompromisso por parte dos alunos. Já estou cansada de fazer o que não gosto, o que não quero.
Cheia de fazer perguntas.
Cheia de andar de um lado pro outro sem chegar a lugar algum.

Já estou farta de migalhas de intelectualidade, de despreparo, de descompromisso (de novo).

Uma boa compania nesse momento seria a morte do livro “A menina que roubava livros”. Não que eu quisesse que ela me levasse, mas sim porque ela é sábia, e porque (talvez principalmente porque) ela sabe descrever o céu como ninguém!

Não tive aquela morte, mas tive aquela água, que fez um barulho estranhamente revitalizante e tive também todos aquelas árvores e aqueles pássaros todos, que voavam aparentemente desorientados, aparentemente.

Na ponte eu sentei e pensei…

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