Something about nothing with a little of anything…

24/02/2010

Dias que antecedem a eleição

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 11:29

Senador José Bento está vivendo um momento político conflituoso. Dia 7 de Março teremos uma nova eleição para prefeito e vice-prefeito.

E eu tenho refletido como essa proximidade com a data torna Senador um ambiente feliz e seus habitantes pessoas mais amigáveis e unidas.

Esse é talvez um tempo de união maior até mesmo do que o Natal. As pessoas ficam tão confraternizadoras, qualquer comum sexta-feira se torna um dia perfeito para reunir os amigos e dar um churrasco. Os candidatos resolvem fazer visitas à população e às vezes até oferecem presentes às pessoas! Eles costumam ter mais tempo para ouvi-las e falar de sonhos e projetos para a cidade! Aliás esse é um tempo em que muitos sonhos são plantados e regados não é? Que coisa linda! As pessoas mais ligadas à política se tornam tão sociáveis, começam a adorar cumprimentar a todos. E é impressionante como as pessoas ficam mais aptas a fazer favores desenterassados umas às outras! Ahhh que tempo mais lindo, gostaria que todo o ano fosse assim!

*suspiro* Que tempo mágico.

21/02/2010

hoje

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 21:28

Nem sempre sou sorrisos.
Nem sempre sou boa compania e nem sempre quero compania.
Não sei se é tpm, mas acho que não é só comigo, e nem só com as mulheres.
Tem dias que tem algo fora do lugar, mesmo que a gnt não consiga detectar o que. Mesmo que um sonho esteja sendo realizado, mesmo que se tenha tudo o que se considera essencial.
Tem dias que o que sempre foi azul, fica preto.
Dá vontade de chorar…
Dá vontade de ficar a sós com as estrelas e escrever algum texto poético sobre a vida.
É preciso solidão, silêncio, ar livre.
Me desculpe pelo meu mau-humor que aparece de repente de vez em quando, não é culpa de ninguém, eu sei.

06/08/2009

Quelqu’un M’a Dit?

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 20:34
Carla Bruni

Carla Bruni

Quelqu’un M’a Dit? Hoje ouvi uma música que já conhecia, mas, por motivos desconhecidos, hoje me despertou interesse. Interesse esse que me fez ouvir a música umas 20 vezes olhando para a letra dela. O nome da música, obviamente, é “Quelqu’un M’a Dit” (e ainda não saquei o que isso significa uashsuah), da cantora francesa Carla Bruni. Foi há um tempo atrás, meu irmão invocou com essa música e não dava sossego, ficava ouvindo dia e noite e não deixava ninguém em paz. Então naquela época eu não dava bola porque já não suportava a bendita música, mas hoje, que ouvi por livre e espontânea vontade, gostei.

A tradução é a seguinte:

Falam que nossas vidas não são grande coisa,
Elas passam em um momento como murcham as rosas.
Falam que o tempo é um canalha
Que nossas tristezas são aparência
No entanto alguém me disse…

Refrão
Que você ainda me amava,
Alguém que me disse que você ainda me amava
Será isto possível então?

Falam me que o destino se diverte conosco
Que não nos dá nada e que nos promete tudo
Que a felicidade está dentro do alcance,
Então um aperta a mão e se encontra
No entanto alguém me disse…
Refrão

Mas quem me disse que você sempre me amava?
Eu não recordo mais, era tarde da noite,
Eu ouço ainda a voz, mas eu não vejo o rosto
“ele ama você, isso é segredo, não lhe diga que eu disse a você”
Você vê alguém dizendo a mim…

Que você ainda me amava, você disse isso realmente…
Que você ainda me amava, seria isto possível então?

Falam que nossas vidas não são grande coisa,
Elas passam em um momento, como murcham as rosas
Falam que o tempo é um bastardo
Que nossas tristezas são aparência
No entanto alguém me disse…

Refrão

É uma letra interessante. E o francês é uma língua assim tão legal, na minha opinião, tão romântica, com esses “r”s arrastados daquela forma… rsrsr enfim, a música é boa e eu to tentando aprender a cantá-la

Foi até legal por um motivo, pq de certa forma tá sendo como se eu voltasse na época em que me interessei por Inglês, pq foi bem assim, eu ouvia as músicas, gostava e ia aprendendo a cantar e assim eu fui aprendendo a língua. Quem me dera se eu tiver fôlego pra fazer isso de novo e aprender alguma coisa de francês. Não sei nada. Nada.

E foi legal porque daí eu me lembrei e me dei conta dos movimentos interiores que fazemos quando entramos em contato com alguma língua tão diferente da língua que temos por materna. Me parece que é o seguinte (no caso das músicas):

1) A gente gosta da música e ouve um certo número de vezes até que consegue pronunciar alguma expressão, mesmo que não se tenha idéia do significado ou da escrita.

2) Quando se tenta seguir a letra da música ao mesmo tempo que a ouve, nas primeiras vezes é bem provável que fiquemos bem perdidos, sem saber se o que está sendo cantado está na segunda linha, ou na terceira, ou se já foi pra segunda estrofe… rsrsr É bem confuso.

3) Depois de repetir o segundo movimento, se vai pegando melhor o ritmo da coisa e já se sabe pelo menos em que linha está esrito o que está sendo ouvido. rsrsr

4) A gente quase consegue falar algumas palavras. A gente tenta, sabe que falou errado, mas ainda não consegue falar certo.

5) Até que depois de ouvir a música umas 500 vezes a gente já sabe cantar õ.O. Deve ser uma habilidade meio “papagaística” de certa forma, mas acontece de fato.

6) O risco é que aí, a esta altura a pessoa já esteja enjoada por demais da música e não aguente mais ouvi-la, então ela não passará para o 7

7) Já somos capazes enfim de cantar e entender o que estamos cantando, através do mecanismo de assossiação de cada expressão com o seu significado!

8) Finalmente! Uffa. E aí então, nesse passo algumas pessoas se julagarão quase fluentes na língua em questão ¬¬’.

So, enjoy the new language!!

01/08/2009

Tempo de refletir… tempo de partilhar

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 12:29

luaTempo de rasgar, tempo de costurar (Paulo Coelho)
Tempo de dar colo, tempo de decolar (Teatro Mágico)
Tempo de plantar, tempo de esperar
Tempo de descabelar-se, tempo de relaxar
Tempo de amar, tempo de odiar
Tempo de agir, tempo de esperar
Tempo de duvidar, tempo de rezar
Tempo de conversar, tempo de calar

A música precisa dos intervalos para se compôr
A escrita precisa dos espaços para se organizar
A ação precisa da reflexão para se estruturar
A Terra precisa de tempo para produzir
As pessoas precisam de tempo pra entender
O amor precisa da distância
O internalizar precisa da vivência

Se não houvesse a distância não haveria a proximidade
Se não houvesse a fome não haveria a saciedade
Se não houvesse a tristeza não haveria a felicidade
Se não houvesse o cansaço não haveria o descanso
Se não houvesse o ódio, haveria o amor?

09/07/2009

A menina que roubava livros

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 19:26

É a primeira vez que falo nesse blog, de algo mais consistente. Já que até agora tudo o que escrevi foram coisas vindas de meu fantástico interior XD rs.

Esse é um livro que faz parte dos best sellers da nossa atualidade (isso segundo um médico que me viu lendo, porque eu, por mim mesma não sabia disso).Pois então, acabo de terminar de lê-lo hoje. E como chorei nas últimas páginas! Chorei como se os personagens fossem conhecidos, parentes meus. E de certa forma não há como dizer que eles não o são, pois essa história fez parte de mim por alguns dias enquanto eu lia o livro, que li devagar, como quem saboreia um prato que quer que dure por mais tempo. Mas em fim agora acabou-se, me separei de Leisel, de Hans, de Rosa, de Max e de Rudy. Foi uma dura despedida. E também me despedi da morte (narradora da história).

Aliás esse é um ótimo livro pra quem tem medo da morte, e pra quem não tem também! Não haveria como explicar, sinto muito. Você deveria ler o livro meu amigo(a).

Nunca vi uma morte tão envolvente.

E nunca chorei tanto por causa de uma história que não era a minha.images

Num dia frio sentei na ponte

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 19:14

Na ponte, numa manhã, eu sentei e pensei.

Já estou cansada de descompromisso por parte dos alunos. Já estou cansada de fazer o que não gosto, o que não quero.
Cheia de fazer perguntas.
Cheia de andar de um lado pro outro sem chegar a lugar algum.

Já estou farta de migalhas de intelectualidade, de despreparo, de descompromisso (de novo).

Uma boa compania nesse momento seria a morte do livro “A menina que roubava livros”. Não que eu quisesse que ela me levasse, mas sim porque ela é sábia, e porque (talvez principalmente porque) ela sabe descrever o céu como ninguém!

Não tive aquela morte, mas tive aquela água, que fez um barulho estranhamente revitalizante e tive também todos aquelas árvores e aqueles pássaros todos, que voavam aparentemente desorientados, aparentemente.

Na ponte eu sentei e pensei…

25/06/2009

Buuuuu

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 16:39

Ausência de luz. Mais conhecido como [b]escuro[/b]. Os sentidos se aguçam e se o medo é grande ouve-se/vê-se o que nem está ali. Não é fácil uma “pessoa grande” (ou velha, no meu caso) admitir ter medo do escuro. Não é culpa nossa. Somos fruto de uma sociedade que nos ensina a soltar nossos monstros interiores mais infantis quando estamos sozinhos no escuro. Mais infatis ou mais adultos, em alguns casos.

Mas quem vai dizer que o escuro não dá formas reais às coisas, não materializa os medos?
Por outro lado importante, temos que ser racionais e pensar: é claro que o invisível é tão real quando o visível, mas não é a luz ou a escuridão que dá vida ou mata um deles ou ambos. Na ausência de luz não nasce nada que ainda não existisse na luz Oo (ou assim é melho pensar! hahah brincadeira)

Quem nunca teve um monstro embaixo da cama ou dentro do armário não teve infância! E quem hoje em dia não tem nem sequer um monstrozinho, não tem sangue!

E coragem não é ausência de medo, ausência de medo é doença, porque o medo é necessário a nós para que criemos limites. Coragem é a força para enfrentar o medo.

E como meu texto ficou sem fim, ponho agora uma palavra para finalizá-lo:
FIM!

11/06/2009

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 16:27

Qual é o real valor das palavras? Qual é a credibilidade que se deve dar a elas? E depois de ter sido “feito de bobo” umas 10 vezes, será possível acreditar de novo? O que fazer quando se descobre que Papai Noel não existe? O que dizer quanto aos problemáticos (eufemismo de malditos) pactos verbais humanos (animais que não seriam não é? ¬¬’)? Quem vai dizer que não muda nada descobrir que o passado foi uma farsa? Descobrir-se que se morreu aos poucos só porque alguém achou que seria melhor do que morrer de uma vez só!? E que repercursão o passado tem no futuro? Águas passadas não movem moinhos… sim. Mas a essência do ser humano permanece e transpassa o tempo!

Parece que os fatos confirmam as recentes descobertas: uma certa distância deve ser mantida, porque quando se quebra essa lei e se divide demais a si mesmo com o outro, a tendência é o afastamento em seguida…

31/05/2009

A matemática humana do x

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 12:39

matematica

Um x sozinho é só um x

(assim também são os humanos).

Mas a Matemática não é inerte,

as equações estão sempre sendo resolvidas, mesmo que de forma errada

(assim também funciona a vida dos homens).

Então às vezes o x vem junto com outra incógnita,

formando um xy, por exemplo.

Então já não é mais um simples x sozinho.

Agora pode ser um x mais triste ou mais feliz,

mas seja lá como for, não é mais o mesmo.

E a Matemática não sossega!

Na maioria das vezes o x é isolado,

então volta à sua própria essência

(o x tem sua essência assim como cada homem também).

Se o x se junta a z, já não é mais o mesmo x de quando era sozinho

e nem tampouco o x de xy.

Agora é um novo x.

O xz.

Até que seja novamente isolado

e volte novamente à sua essência de x.

A essência que permanece sempre

e sempre que o x está consigo só,

É irmã da essência que o homem trás dentro de si

e que muda sempre

conforme a Matemática da vida,

ou a Vida da matemática.

26/05/2009

Sem título 3 XD

Filed under: Uncategorized — Ana Cláudia @ 12:46

Eu sei que blog não é diário, mas me rendo mais uma vez à tentação de me expressar aqui. Sim, este texto deveria ser sobre magia. Mas eu disse que talvez eu mudasse de idéia XD e escrevesse sobre outra coisa. Pois bem, o fato é que eu ainda não sei muito sobre o assunto e não querendo falar bobeira deixo pra falar de magia quando souber um pouco mais.

Ontem indo embora pra casa depois da “aula” me caiu a ficha sobre uma coisa. Estava eu lembrando que hoje teria que dar aulas para as crianças (1 da 1ª série, 2 da 2ª e 1 da 7ª, eu acho – a primeira aula com essa pessoa vai ser daqui a pouco). E digamos que esse não é o tipo de coisa que me deixa muito feliz. Não está muito perto de ser meu hobby ensinar crianças. Mas depois de alguns momentos de martírio pensando em como eu não gosto de fazer isso, me lembrei dos professores da faculdade que não dão muita bola quando a gente precisa deles. E então eu pensei “‘putz’ É fácil ter raiva dos experientes que se negam de certa forma a ajudar na formação dos mais jovens, mas é mais fácil ainda não querer ajudar negar ajuda”. É algo como “É fácil pedir ajuda ao irmão mais velho e não ter paciência com o mais novo”. Só um “irmão do meio” pode entender isso. Depois pensei “É bem incoerente, contraditória (e/ou alguma outra palavra que eu não sei qual é, afinal às vezes pensamos e sentimos coisas que não podemos nomear) essa minha postura de quase detestar ensinar as crianças”.

É estranho tentar explicar o pensamento Oo. Foi difícil escrever sobre esses três (e quatro com o que vem a seguir!)!

Você pode pensar, assim como eu já pensei muitas vezes, “mas as crianças são tão desinteressantes!”. E eu te diria: “Sim meu amigo (a), mas se você for esperar para conversar apenas com quem for interessante, dependendo do caso, pode ser que você passe dias mudo (a).”

Enquanto pensava em todas essas coisas, essas “recentes descobertas”, eu tive a idéia de escrever sobre isso no blog com a intenção de chamar a atenção das pessoas sobre mais esse ponto do nosso cotidiano tão batido.

Só para não perder completamente o costume, fecho meu texto de hoje com um trecho do livro “A bruxa de Portobello” que na minha opinião em algum ponto está relacionadoimages à arte de ensinar, que às vezes acontece de forma tão medíocre.


“E esses culpados, que não dizem seus nomes, será que
têm consciência de seus gestos? Penso que não, porque eles
também são vítimas da realidade que criaram — embora sejam
depressivos, arrogantes, impotentes e poderosos.”

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